ciclismo de rua

Quais partes do corpo a bicicleta trabalha?

Quem deseja desfrutar dos benefícios que um bom exercício físico proporciona para a saúde pode encontrar na bicicleta a escolha ideal. Para realizar o movimento de pedalar, diversos grupos musculares são recrutados, como os músculos da perna. Além disso, essa é uma oportunidade e tanto para explorar a cidade e/ou a natureza e relaxar.

No artigo a seguir, buscamos entender um pouco melhor como fazer bicicleta impacta nosso corpo e as principais partes que ela trabalha, desde os membros inferiores até as costas. Confira! 

Parte superior das pernas

A parte inferior do corpo é a mais contemplada pelo ato de pedalar. Quem adquire esse hábito geralmente observa ganhos de força muscular e tônus nos músculos inferiores. Isso acontece porque, ao empurrar os pedais, músculos como os quadríceps e os isquiotibiais são recrutados. Ao subir morros ou utilizar marchas mais pesadas, será exigido maior esforço desses músculos. 

imagem superior das pernas de um ciclista pedalando

Os quadríceps são os músculos localizados na parte frontal das coxas, e são responsáveis por estender o joelho durante o movimento de pedalada. Quando o ciclista força o pedal para empurrá-lo para baixo, ativa esses músculos e faz com que eles sejam trabalhados de forma intensa.

Já os isquiotibiais estão na parte posterior da coxa. Eles também são um grupo muscular importante trabalhado no ciclismo. Atuam como antagonistas dos quadríceps, uma vez que se contraem para flexionar o joelho durante a fase de recuperação do pedal. Esse movimento é essencial para garantir um movimento eficiente e equilibrado ao pedalar. 

Parte inferior das pernas

Alguns ciclistas optam por usar sapatilhas e pedais de encaixe (clipless), que levam ao movimento de “puxar” os pedais. Essa ação, realizada para cima em cada pedalada, trabalha os tendões, localizados na parte inferior das pernas. 

Os músculos da panturrilha (chamados de gastrocnêmio e sóleo) também são exercitados, servindo para dar continuidade à força gerada pelos quadríceps e tendões para os pés e dedos, especialmente durante o movimento que leva o pé mais para perto do chão.

Esse grupo muscular é o responsável por flexionar o pé para baixo, e são acionados constantemente para impulsionar o movimento em torno do pedal.

Glúteos ao andar de bicicleta

Outro importante grupo muscular recrutado ao andar de bicicleta são os glúteos, responsáveis por sustentar e estabilizar a região dos quadris e da pelve e oferecer força adicional durante o movimento de empurrar o pedal para baixo. Isso ajuda a melhorar a estabilidade articular, reduzindo os riscos de lesões relacionadas ao quadril.

A ação repetitiva de movimentar os pedais para cima e para baixo fortalece e tonifica esses músculos ao longo do tempo.

Além disso, andar de bicicleta é uma atividade eficaz para a queima de gordura, o que também inclui a região dos glúteos. Isso significa que, quando realizado de forma regular, o ciclismo ajuda a fortalecer e tonificar os glúteos, contribuindo para um corpo mais firme. 

Sendo assim, quem busca uma forma de tornar os glúteos mais definidos pode apostar no ciclismo. O fortalecimento desse grupo muscular resulta em uma melhor forma e firmeza dessa região, e o aumento da massa muscular proporciona um contorno mais definido e estético. 

O aumento da atividade muscular estimula a circulação sanguínea dos glúteos, o que não apenas beneficia os tecidos musculares como favorece a remoção de resíduos metabólicos.

Em subidas íngremes, esses músculos são ainda mais desafiados, já que ajudam a gerar força explosiva, que resulta em um desenvolvimento adicional de potência muscular nessa região.

Outra vantagem interessante está relacionada ao papel dos glúteos para estabilização da região lombar. Em função dessa relação, fortalecer esses músculos pode ajudar a reduzir a tensão nas costas e contribuir para uma postura mais alinhada.

Músculos do core

Os músculos do core incluem os músculos abdominais e lombares. Essa região é responsável por estabelecer todo equilíbrio e centro gravitacional do nosso corpo, e também é trabalhada para manter a estabilidade ao andar de bicicleta. 

Para manter a estabilidade e uma postura adequada, os músculos abdominais são utilizados para sustentar o tronco. Juntos com os músculos da lombar, são fundamentais para garantir o equilíbrio ao andar de bicicleta.

Manter-se na posição adequada para pedalar demanda usar o core para manter a boa postura das costas, com os ombros afastados das orelhas e o estômago levemente contraído. Assim, um core fortalecido é fundamental para garantir um desempenho eficiente sobre as duas rodas e prevenir fadiga e lesões.

Membros superiores andando de bicicleta

Você provavelmente já observou que ciclistas costumam ter a parte de baixo do corpo bem forte e definida, enquanto que a parte de cima geralmente é pequena. Isso se deve ao fato de que andar de bicicleta realmente estimula mais a parte inferior do corpo, incluindo glúteos e pernas.

Mas também é necessário ter alguma força nos braços, costas e ombros, sobretudo para manter uma boa pedalada durante longos passeios. Afinal, os membros superiores também desempenham um papel importante na prática do ciclismo.

Apesar de não serem os protagonistas nesta atividade, os braços e ombros ficam ativos, sendo usados ao segurar o guidão e para controlar a direção, principalmente ao enfrentar subidas íngremes e terrenos irregulares.

Sendo assim, os membros superiores também têm um papel importante na estabilização do corpo durante as pedaladas. Manter as mãos no guidão e aplicar força para girar, frear ou subir serve para fortalecer esses músculos. 

mulher andando em uma bicicleta modelo speed numa ciclovia

Além disso, esse controle ajuda a desenvolver a coordenação entre os membros superiores e inferiores, contribuindo para o aprimoramento da destreza e da resposta rápida emitida pelo sistema nervoso central.

Costas e músculos posturais

Como já mencionado aqui neste artigo, andar de bicicleta é uma atividade que proporciona vários benefícios para as costas e os músculos posturais. Quem pedala contribui para a saúde geral da coluna vertebral e pode garantir uma postura mais adequada. 

Os músculos dorsais e o trapézio são ativados para manter uma postura ereta e estável durante a pedalada, enquanto que os localizados ao longo da coluna vertebral ajudam a manter a posição vertical e dar suporte para a coluna.

Além de fazerem parte do core, os músculos abdominais também contribuem para uma melhor postura, protegendo a região lombar ao serem fortalecidos. Ao serem trabalhados, diminuem o risco de dores nas costas.

homem andando em bike da tembici numa ciclovia. imagem evidenciando o trabalho de postura correta do cliclista

Ao mesmo tempo em que pedalar ajuda a reduzir as tensões musculares nas costas, também promove o alinhamento adequado da coluna. Assim, quando realizada de forma correta, a prática regular auxilia na correção de problemas posturais, como cifose e lordose.

Articulações ao andar de bicicleta

Que o ciclismo fortalece diferentes músculos em todo o corpo você provavelmente já sabia. Mas e quanto às articulações, você também já pensou em como elas são beneficiadas nesse processo?

As articulações dos joelhos, tornozelos e quadril são as mais trabalhadas com o movimento repetitivo da pedalada, o que auxilia na melhora da flexibilidade dessas regiões.

Por ser uma atividade de baixo impacto que oferece esse tipo de benefício, o ciclismo se tornou uma opção interessante e altamente recomendada para pessoas de diferentes idades e níveis de condicionamento físico.

Esse exercício é menos propenso a causar lesões articulares em comparação com outras atividades (como a corrida, por exemplo), o que atrai pessoas que desejam se manter ativas sem colocar um estresse excessivo em suas articulações.

Mesmo quem possui problemas articulares ou condições como a osteoartrite podem aderir a essa prática. Isso porque o peso corporal é suportado quase que totalmente pela bicicleta, aliviando a carga nas articulações de sustentação e reduzindo o desgaste nessas regiões. 

homem andando na bike da tembici, usando capacete de proteção.

Esses aspectos fazem da bike uma boa opção para fortalecer os músculos localizados ao redor dos joelhos e quadris, proporcionando suporte adicional às articulações. Vale dizer que a amplitude de movimento possibilitada pelas pedaladas é muito benéfica para a saúde articular a longo prazo.

Sistema cardiovascular

Não apenas os músculos e as articulações saem ganhando com a prática regular de ciclismo. O sistema cardiovascular dos ciclistas é um dos principais contemplados com esse exercício. 

Andar de bicicleta é uma atividade aeróbica que eleva a frequência cardíaca, aumentando a capacidade cardiovascular. Traduzindo: ela serve para fortalecer o coração, permitindo que o órgão bombeie o sangue de maneira mais eficiente.

Quando realizado regularmente, esse exercício aumenta o fluxo sanguíneo por todo o corpo, fazendo com que músculos, órgãos e tecidos recebam mais oxigênio e nutrientes, promovendo um melhor funcionamento geral de todo o organismo.

A prática também tem sido associada com a redução da pressão arterial, o que é especialmente benéfico para pessoas com quadro de hipertensão. Os níveis de colesterol também são regulados, contribuindo para a saúde das artérias e reduzindo o risco de doenças cardíacas.

A bicicleta é um exercício aeróbico, então, veja os benefícios que este exercício trás para sua vida e para sua saúde!

Atividades físicas como o ciclismo, quando realizadas regularmente, têm sido associadas a uma maior expectativa de vida. Os benefícios para o sistema cardiovascular desempenham um papel importante nesse aumento da longevidade.

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